Esse site não é recomendado para menores de 18 anos, sendo um conteúdo destinado somente à adultos!
Ele é o tipo de homem que carrega o caos no visual: moreno, com cabelos lisos que caem rebeldes ao lado do rosto, macios ao toque, mas indomáveis como o dono. Will é um taradinho safado, daqueles que acham que sabem tudo sobre prazer, mas que jamais imaginou cruzar o caminho de uma Dominadora de verdade.
Quando nos conhecemos por um aplicativo, ele me viu apenas como "mais uma gostosa peituda". Mal sabia ele que essa definição é ínfima perto de quem eu sou. Ele estava assustado, excitado e completamente vulnerável à minha vontade, embora ainda não soubesse disso.
Nos encontramos em um bar. Entre um gole de cerveja e outro, eu deixava a malícia escorrer pelo meu olhar. Passava a língua pelos lábios, contornando a boca devagar, convidando-o a explorar mentalmente cada centímetro do meu corpo. Eu usava uma calça jeans justa e uma blusinha com um decote pecaminoso que mal conseguia conter o volume dos meus seios. O convite estava feito.
Will sentiu a pressão. Ele engoliu seco e soltou, com um sorriso nervoso:
— Eu não vou apanhar, né?
Eu ri. Uma risada profunda, de quem já visualizava o que faria com ele.
— Querido, eu não vou fazer nada que você não goste — respondi, sabendo que ele explodiria de tesão em minutos.
Apesar do receio do spanking, a luxúria venceu. Fomos para a minha casa. No elevador, o safadinho não se aguentou; suas mãos começaram a percorrer minhas curvas, tateando o jeans e a pele exposta do meu decote. Nenhum de nós se importava com as câmeras; na verdade, o risco só me deixava mais úmida.
Assim que entramos, Will foi direto ao ponto. Suas mãos trêmulas desabotoaram meu jeans. Ele o abaixou com pressa e, sem qualquer cerimônia, enfiou o rosto no meu traseiro. Ele mergulhou entre minhas nádegas com um apetite voraz, aspirando meu cheiro, lambendo a pele macia. Eu empinei o corpo, apoiando as mãos no chão e deixando minhas nádegas escancaradas para o rosto dele. Will brincava com a minha vulva, fascinado.
A língua dele era ágil, insistente. Eu gargalhava enquanto sentia a umidade dele se misturar à minha. Eu rolava na boca dele, perdendo os sentidos por alguns instantes enquanto ele me explorava com tanta vontade. Minha calcinha de renda já estava encharcada, o líquido malicioso escorrendo pelas minhas pernas.
Will, sem tirar o rosto da minha bunda, começou a acariciar meus pés. Ele é um podólatra incurável, e eu sabia exatamente como usar isso. Comecei a esfregar meus pés, um de cada vez, no peitoral dele e contra o volume pulsante em sua calça, enquanto ele continuava a lamber e chupar minha buceta, que pulsava rítmica e desesperadamente sob o comando dele.
Eu me livrei da calça jeans por completo. Deixei a calcinha molhada ali no chão, marcando o território com o meu rastro. Will estava alucinado. Ele tirou o pau para fora . Grande, rígido, balançando com o pulsar do seu próprio tesão. Ele partiu para cima de mim, tentando encaixar aquele membro babando em mim enquanto me beijava o pescoço com ferocidade.
Segurei-o levemente pelo pescoço, parando o movimento dele. Olhei fixamente em seus olhos, minha voz saindo em um tom de comando inquestionável:
— Querido, quem conduz as coisas aqui sou eu. Segure esse pau aí; por enquanto, é a sua língua que vai trabalhar.
Ele parou, confuso, ofegante. Eu caminhei até a janela e me sentei no parapeito. Ele deve ter pensado que eu ia fumar, que ia quebrar o clima... mas eu apenas abri as pernas. Ali, sentada na janela, eu me escancarei em um convite mudo e profano.
— Ajoelhe-se e me chupe bem gostoso.
Will olhou para os lados, em choque. As janelas dos vizinhos estavam logo ali, o prédio ao lado fervilhava com um evento no salão de festas, a rua logo abaixo estava cheia de vida. Muita gente veria.
— Aqui? Tem certeza? — ele sussurrou.
— Vai perder a oportunidade? — provoquei, arqueando uma sobrancelha.
— Eu não! — ele respondeu, mergulhando o rosto entre minhas pernas.
Pressionei a cabeça dele contra mim. Eu gemia alto, rebolava no rosto dele, me empinava e ria. Eu queria que vissem. Eu queria que assistissem. Qualquer um que olhasse para aquela janela veria a cena explícita: uma mulher poderosa sendo devorada por um homem de joelhos.
— Isso... assim... que delícia... não para — eu ordenava.
Meus gemidos aumentavam conforme ele acelerava. O prazer veio em ondas, avassalador. Gozei com força, molhando a parede da janela com um misto de suor e fluido. Quando ele levantou a cabeça para me admirar, ofegante e coberto por mim, percebeu o que eu já sabia.
Eu sorria para o prédio ao lado. Will olhou e entendeu tudo: o pessoal no salão de festas estava filmando. Eles estavam assistindo a tudo, hipnotizados pelo espetáculo.
— Que safada você é! — ele exclamou, os olhos brilhando.
— Exibicionista é o termo, querido — respondi, mostrando a ele as fotos que eu mesma havia tirado dele enquanto ele me chupava na janela.
Will ficou alucinado com o risco, com a exposição.
— Vamos fazer mais disso! Eu gostei! — implorou ele.
— Agora... meus pés — determinei.
Ainda sentada na janela, comecei a esfregar meus pés no rosto dele. Passava os dedos pela língua de Will, introduzia meu pé na boca dele como se fosse um pênis, penetrando-o profundamente. Ele emitia um som agoniado, quase um choro de prazer, implorando por mais. Ele lambia cada dedo, chupava o calcanhar, cheirava com devoção, lambia minhas solas.
Eu comecei a me masturbar ali mesmo, o olhar vidrado e provocativo na direção da nossa plateia no prédio vizinho.
— Hoje muitas pessoas vão para a cama felizes... — comentei, vendo os flashes de longe.
— Deixa eu te foder?! — implorou Will, o pau duro e exposto, esfregando-se nos meus pés.
— Por favor, quero muito gozar em você todinha... nesses pezinhos... no seu cuzinho...
Desci da janela devagar. Virei-me para o prédio ao lado, fazendo um gesto de agradecimento silencioso à minha plateia: passei a mão pela minha buceta, analisando o brilho do gozo, levei os dedos à boca e chupei meu próprio fluido, encerrando a "apresentação".
Caminhei em direção ao quarto, sem olhar para trás.
— Me siga, então...
Continua...
- Líli