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Ele me seguiu como um animal devoto à sua dona, com a língua de fora e uma respiração tão ofegante que eu podia sentir o calor da sua sede nas minhas costas. Will estava babando , literalmente, tanto pela boca quanto pelo pau, que batia em suas coxas a cada passo trôpego em direção ao meu quarto.
Eu me joguei na cama. Me pus de quatro, arqueando as costas até sentir minha coluna desenhar o convite perfeito. Minha raba estava ali, exposta, convidativa, um monumento à luxúria.
— Toma. Pegue meu celular. Quero que você filme — ordenei, sem sequer olhar para trás.
— Nossa, que delícia... — ele murmurou, a voz falhando enquanto começava a gravar.
Will aproximou-se, a lente do celular agindo como um olho voyeurístico que o excitava ainda mais. Ele começou a acariciar minhas partes íntimas, os dedos trêmulos contornando minha vulva.
— Olha que bucetinha mais linda... olha que delícia. Nossa. E esse cuzinho... hmmm, eu quero muito esse cuzinho...
Enquanto ele filmava, o pau dele pulsava contra o lençol, uma batida frenética de puro sangue e tesão. Seus dedos entravam e saiam de mim, sua lingua explorava meu anus delicadamente... explorando minha umidade, me deixando cada vez mais encharcada.
— Posso? — ele implorou, a voz rastejando, enquanto esfregava a cabeça do pau por toda a minha vulva, espalhando meu gozo anterior.
— Mete gostoso! — autorizei.
E ele continuou a gravar, o celular em uma mão e o controle do meu corpo na outra.
Eu gemo. Eu adoro essa posição.
De quatro, eu não me sinto nem um pouco submissa; eu sou a própria armadilha. Sou o feitiço que prende meus submissos ali, naquele ângulo perfeito onde minha raba empinada e minha buceta pulsante se tornam o centro do universo deles. Meu corpo foi desenhado para aquele encaixe. Sinto o prazer de ser explorada, de ter cada centímetro da minha pele reconhecido e adorado.
— Isso! Mais forte! — comando, minha voz cortando o ar carregado.
Cada estocada dele era um choque elétrico. Uma falta de ar, um espasmo, um gemido que saía da minha garganta sem filtro. Will estava no limite, o rosto vermelho, os músculos duros...
— Aaaaaai meu Deus... ai que delícia... eu vou gozar! — ele gritou, o corpo inteiro tremendo.
— Não! — minha voz chicoteou. — Não se atreva a gozar ainda!
— Por favor!!! Aaaaahhhhhhhhhhhhh! — suas mãos apertavam minha bunda com tamanha força que eu sabia que ficariam marcas. Era o desespero de quem estava sendo torturado pelo prazer.
— Não vai gozar. Eu não te autorizo!
— Ahhhhhhhhhhhh meu Deeeeuuussss!
— Deus não está aqui agora, querido — brinquei, rindo entre as falhas do ar que me faltava devido à violência das suas estocadas. — Aqui só tem eu.
Abruptamente, ele saiu de dentro de mim. O vazio ardeu por um segundo. Will me virou de barriga para cima com uma urgência bruta, me puxou pelo quadril até a borda da cama, levantou minhas pernas e levou meus pés diretamente à sua boca.
Ali, o ritual mudou. Não era mais o carinho suave de antes. Era uma fome desesperada, animal. Will parecia um bicho fungando, lambendo e chupando meus pés como se sua vida dependesse daquele gosto. Era uma mistura de raiva, idolatria e um prazer acumulado que beirava a insanidade.
Eu amo ver esse desespero. Eu amo a respiração descompassada desses meus animaizinhos... eles têm o meu carinho, sim. Mas do meu jeito. Do meu jeito cruel.
— Isso, chupa meus pés. Me lambe todinha. Mas me diz uma coisa... quem mandou você parar de me fuder? Hein???
Paahhh!
Desfiro um tapa seco na cara dele com a sola do meu pé direito. — Não aguenta segurar essa porra no seu pau? Hein?
Pahh!
Outro tapa. Os olhos dele brilharam, uma mistura de dor e devoção absoluta. Ele fungava cada vez mais forte, o peito subindo e descendo como se estivesse em uma maratona.
Will reagiu de forma feroz. Quase raivosa, ele agarrou meu quadril, levantou meu corpo e enfiou o pau de novo na minha buceta babando. Ele voltou a me penetrar, mas dessa vez meus pés não saíram da sua boca. Ele me foderia e me adoraria ao mesmo tempo.
Era a perfeição do profano. Meus pés lambuzados de saliva, minha buceta transbordando, o som dos gritos dele ecoando no quarto. Eu... eu...
— Aaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Filho da putaaaaaa!
Minhas pernas tremeram violentamente. Espasmos incontroláveis me atingiram e ele não parou. Ele mantinha meus pés presos em sua boca, sugando meus dedos enquanto me socava com fúria.
— Creee-tiiii-nooooooo! Eu vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrr!
— Isso, isso minha Deusa! Goza no meu pau!
— Ahhhhhhhhhhhh, filho da puta! — eu explodi, o mundo ficando vermelho por trás das minhas pálpebras.
— Agora eu... por favooorrrr... eu vou... — ele implorava.
— Não! Espera!!!
— Não faz isso comigo!!!!! — ele quase chorava.
Me virei de quatro novamente, em um movimento rápido.
— Eu não vou aguentar, Deusa... — ele chorava, uma tortura real estampada no rosto.
— Eu quero que goze nos meus pés, idiota! — soltei uma gargalhada maléfica, sentindo o poder vibrar nas minhas mãos.
No momento exato, juntei meus dois pés atrás de mim, criando um altar de carne para o seu clímax. Instantaneamente, Will urrou ( um uivo primitivo, animal ) e descarregou tudo nas solas dos meus pés.
A porra quente escorria, descendo dos meus calcanhares até a batata da minha perna. A cama era um caos de fluidos e lençóis retorcidos. Enquanto ele tentava recuperar o fôlego, Will dava leves batidinhas nas solas dos meus pés com o seu pau, agora mole, esvaziado de toda a sua resistência.
— Meu Deus... o que foi isso... caralho... você é maluca, mulher. Nunca vi nada assim...
— Não acabou ainda — respondi, minha voz voltando ao tom frio e soberano. — Pode limpar. Tire toda essa porra dos meus pés e das minhas pernas. Agora.
Nem precisei dizer como. Lá foi ele, rastejando, usando a língua para limpar cada gota, cada vestígio do seu sêmen da minha pele, como se estivesse bebendo a própria redenção.
Nos afundamos na cama, ofegantes e sem ar. Will estava destruído, deitado aos meus pés, com o rosto colado na minha barriga, como se aquele fosse o único lugar seguro no mundo.
Eu peguei o celular da mão dele. Olhei a gravação. Estava perfeita.
— Tenho uma boa lmebrança do quanto você é um bom garoto, Will — sussurrei, acariciando o cabelo dele com os dedos dos pés enquanto ele fechava os olhos, exausto.
Não houve "boa noite". Houve apenas o silêncio de quem foi completamente domado. Peguei meu roupão, caminhei até a varanda e olhei para o prédio ao lado. As luzes do salão de festas ainda brilhavam, mas a verdadeira festa tinha acontecido aqui. Acendi um cigarro, deixei a fumaça preta se misturar à noite e sorri.
O podólatra estava dormindo, mas eu... eu estava apenas começando a planejar o próximo espetáculo.
- Líli